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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Caso Capemi
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Montepio da Família Militar, o MFM, foi um sistema de previdência privada brasileiro que foi a falência na década de 1980.
Montepio da Família Militar
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Montepio da Família Militar, o MFM, foi um sistema de previdência privada brasileiro que foi a falência na década de 1980.
Fundado em 29 de outubro de 1963 por um grupo de oficiais do Exército Brasileiro, três anos depois já contava com 130 mil associados.[1] Com tamanho número de associados o Montepio tratou de ampliar seu leque de investimentos e no final de 1966 já controlava um banco, uma financeira, uma companhia imobiliária e uma de seguros.[1] Em 1967 passou a controlar o Banco Nacional do Comércio.[1]
Em 1971 tinha 14 subsidiárias nos ramos bancários, mercado de capitais, imobiliário, seguros e comunicação; constituiu o Banco de Investimento Nacional do Comércio, junto com o grupo Maisonnave e o Banco de Investimento MFM, depois vendido ao Grupo Empresarial Lume, com o nome de Financilar.[1]
No ano seguinte foi responsável pela ação que fundiu três tradicionais bancos do Rio Grande do Sul[1]:Banco Nacional do Comércio, Banco da Província e Banco Industrial e Comercial do Sul, dando origem ao Banco Sulbrasileiro[2], um dos dez maiores estabelecimentos privados do Brasil na época.[1]
Em 1986 entrou liquidação extrajudicial, gerando perdas para seus associados, num total de 70 mil credores.[3]
Mais recentemente os associados foram vítimas de golpe no qual, em troca de 10 a 15% do crédito, era prometido recuperar entre 25 e 50 mil reais.[3]
Referências
- ↑ Ir para:a b c d e f GARCIA, Darcy. O sistema financeiro do Rio Grande do Sul: da criação da Caixa Econômica Estadual ao surgimento dos bancos múltiplos. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 1990.
- Ir para cima↑ COSTA, Suélem do Sacramento & PALMEIRA, Eduardo Mauch. Crise Sistêmica e Auxílio Financeiro: Faltou um Lender of Last Resort para o Banco Pelotense?. Observatorio de la Economía Latinoamericana. [1]
- ↑ Ir para:a b Investidor é alvo de golpe em várias capitais, Folha de S.Paulo, 06/07/2004.
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CAPEMI HISTÓRIA 1977
Publicado em 22 de mar de 2016
Revivendo a história da antiga CAPEMI, 1977, hoje CAPEMISA.
Obra Social Lar Fabiano de Cristo - Desenvolver Proteção Social e Educação Transformadora para a Construção de um Mundo Melhor.
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�� URGENTE: A BOMBA ESTOUROU!!! A REPUBLICA CAIU! ALGUNS JÁ SABEM! OUTRO...
Publicado em 17 de jan de 2017
POR FAVOR PEÇO A VCS QUE CURTAM E COMPARTILHEM COM URGENCIA PARA QUE O MAXIMO DE PESSOAS SAIBAM.
OBRIGADO A TODOS OS INSCRITOS!
CLAUDIO DANTAS DO ANTAGONISTA EXPLICA!
A REPÚBLICA JÁ CAIU, POVO, CIVIS E SENHORES MILITARES, GENERAIS E COMANDANTES!!!
(CEF_CAIXA ECONÔMICA_FEDERAL, FI-FGTS, GRUPOS DE EMPRESAS DIVERSAS, AGENTES PÚBLICOS E PRIVADOS E OUTROS)
MOMENTO ANTAGONISTA: UM ESCÂNDALO MAIOR QUE O PETROLÃO
Brasil 16.01.17 21:01
Assista à análise de Claudio Dantas, com informações exclusivas, das investigações do MPF e da PF em Brasília sobre um esquema de corrupção que envolve 50 grupos econômicos beneficiários de até R$ 1 trilhão em recursos públicos.
São três operações (Sepsis, Greenfield e Cui Bono) que O Antagonista apelidou de 'Lava Fundos'.
#INTERVENÇÃO_MILITAR_NECESSÁRIA_URGENTE_BRASIL
#Exército_Brasileiro
FONTE: http://www.oantagonista.com/posts/mom...
OBRIGADO A TODOS OS INSCRITOS!
CLAUDIO DANTAS DO ANTAGONISTA EXPLICA!
A REPÚBLICA JÁ CAIU, POVO, CIVIS E SENHORES MILITARES, GENERAIS E COMANDANTES!!!
(CEF_CAIXA ECONÔMICA_FEDERAL, FI-FGTS, GRUPOS DE EMPRESAS DIVERSAS, AGENTES PÚBLICOS E PRIVADOS E OUTROS)
MOMENTO ANTAGONISTA: UM ESCÂNDALO MAIOR QUE O PETROLÃO
Brasil 16.01.17 21:01
Assista à análise de Claudio Dantas, com informações exclusivas, das investigações do MPF e da PF em Brasília sobre um esquema de corrupção que envolve 50 grupos econômicos beneficiários de até R$ 1 trilhão em recursos públicos.
São três operações (Sepsis, Greenfield e Cui Bono) que O Antagonista apelidou de 'Lava Fundos'.
#INTERVENÇÃO_MILITAR_NECESSÁRIA_URGENTE_BRASIL
#Exército_Brasileiro
FONTE: http://www.oantagonista.com/posts/mom...
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03:16
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quinta-feira, 24 de novembro de 2016
CPI Fundos de Pensão, Operação Greenfield_
Publicado em 22 de nov de 2016
SÉRGIO SOUZA, Relator da CPI do Fundos de Pensão,
Operação Greenfield,
PREVI, POSTALIS, FUNCEF, PETROS
150 BILHÕES em déficit em 5 anos
Operação Greenfield,
PREVI, POSTALIS, FUNCEF, PETROS
150 BILHÕES em déficit em 5 anos
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17:13
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domingo, 11 de setembro de 2016
Alerta Total: Considerações sobre a roubalheira nos fundos de pe...
Alerta Total: Considerações sobre a roubalheira nos fundos de pe...: Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net Por Sérgio Alves de Oliveira A recente “Operação Greenfield”,desencadeada pela Políc...
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08:32
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sábado, 10 de setembro de 2016
A PONTA DO ICEBERG
A PONTA DO ICEBERG
A nossa participação como relator na CPI que levantou as irregularidades nos fundos de pensão e que resultou na ação da Polícia Federal, (Operação Greenfield), continua repercutindo na imprensa. Confira o que a jornalista Míriam Leitão escreveu sobre o assunto na sua coluna, intitulada A Ponta do Iceberg:
“Isso é só a ponta do iceberg, só o começo, porque os valores dos fundos são gigantescos. Eles pegavam um papel sem valor, levavam ao fundo e, com tráfico de influência, conseguiam aprovar. Uma agência de classificação pequena dava um bom rating, e aí tirava-se dinheiro do fundo de pensão, disse o deputado Sérgio Souza (PMDB-PR), relator da CPI dos Fundos de Pensão”.
COLUNA NO GLOBO
A ponta do iceberg
POR MÍRIAM LEITÃO06/09/2016 09:00
Há muitas formas de se desviar dinheiro de um fundo de pensão, por isso a lista dos suspeitos é grande. A operação Greenfield conseguiu mapear dez casos em que houve o mesmo padrão de irregularidade. Há outros casos sendo investigados. Esse pode ser o começo de um longo processo de limpeza dos fundos de pensão, que precisavam, há muito tempo, de um esforço para estancar a sangria.
A operação que cumpriu ontem ordens de prisão, condução coercitiva, busca e apreensão contra 40 alvos começou a ser montada há dois anos diante de denúncias recebidas. No começo, eram genéricas. Depois, chegaram denúncias mais concretas, feitas por participantes dos fundos, que explicavam a complexidade de certas operações.
Na CPI dos Fundos de Pensão, houve um grande avanço porque conseguiu-se montar um grupo de profissionais de várias áreas — Previc, Polícia Federal, CVM, Banco Central, TCU — que passou a assessorar as investigações. A PF agora está trabalhando num grupo multi-institucional, como foi na CPI. Um padrão de desvio foi identificado nos Fundos de Investimentos em Participações (FIPs), criados para um específico investimento. Eles é que estão nos casos investigados na operação de ontem.
O deputado Efraim Moraes Filho (DEM-PB), que foi presidente da CPI, considera que esses escândalos têm uma face ainda mais cruel, porque criam rombos que depois são cobertos pelos trabalhadores e, pior, pelos aposentados.
— A Postalis já está descontando 17% dos aposentados; a Funcef já desconta 4%; e a Petros começará no ano que vem a descontar para cobrir o rombo — disse o deputado.
A regra é que os fundos de pensão não podem deter mais do que 25% desses FIPs, mas o truque das empresas era superavaliar os ativos que aportavam nos FIPs, de tal forma que o fundo de pensão aplicava mais do que deveria, corria mais risco do que podia, e o tempo de retorno do investimento passava a ser muito maior. Ou seja, os 25% valiam mais do que o percentual indicava, porque os 75% eram de ativos cujo valor era exagerado. Em vários casos, essas operações foram feitas com uma rapidez que desrespeitava as regras dos fundos.
Os FIPs são uma forma de desviar dinheiro de fundos de pensão. Há várias outras. Como se justifica a compra de títulos da dívida da Argentina, no meio do calote, e da dívida da Venezuela, pela Postalis?
Nos últimos anos, o governo se comportou como se os fundos de pensão fossem departamentos das estatais. Eles foram convocados para aportar dinheiro em cada projeto duvidoso que aparecia — como a Sete Brasil —, sustentavam projetos de empresas amigas, eram usados como cabides de emprego para indicados políticos. Por isso não é de se estranhar que sejam alvos alguns velhos conhecidos, como Leo Pinheiro e João Vaccari Neto.
— A Sete Brasil tinha um mês de vida, era apenas uma ideia, e recebeu aportes de R$ 3,3 bilhões de três fundos: Funcef e Petros deram R$ 1,5 bi cada um, e a Previ deu outros R$ 300 milhões. Não eram investimentos do interesse dos aposentados, mas sim uma agenda do PT. Em Belo Monte, foi a mesma coisa — diz o deputado Efraim Moraes Filho.
O caso do J&F tem a ver com o FIP Floresta, que iniciou os investimentos da celulose Eldorado, depois beneficiada com dinheiro do FI-FGTS, em caso denunciado pelo ex-vice-presidente da Caixa Fábio Cleto, afilhado do deputado Eduardo Cunha. No caso do FIP Enseada, encontra-se Eugênio Staub, que já quebrou a Gradiente, e tentava por em pé outra empresa com a ajuda dos fundos. A Engevix também está presente nesse escândalo através do FIP Cevix, que recebeu R$ 237 milhões da Funcef.
— Isso é só a ponta do iceberg, só o começo, porque os valores dos fundos são gigantescos. Eles pegavam um papel sem valor, levavam ao fundo e, com tráfico de influência, conseguiam aprovar. Uma agência de classificação pequena dava um bom rating, e aí tirava-se dinheiro do fundo de pensão — disse o deputado Sérgio Souza (PMDB-PR), relator da CPI dos Fundos de Pensão.
O rombo que terá que ser coberto é de R$ 50 bilhões, e os desvios são de R$ 8 bilhões. Pelo que a CPI levantou, e pelo que a PF já está investigando, este é apenas o começo de uma limpeza que pode ser histórica.
(Com Alvaro Gribel, de São Paulo)
Há muitas formas de se desviar dinheiro de um fundo de pensão, por isso a lista dos suspeitos é grande. A operação Greenfield conseguiu mapear dez...
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16:09
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quarta-feira, 7 de setembro de 2016
Lucro ou prejuízo? As fundações de Previdência
Fundações de previdência no Brasil e aposentadorias
http://www.previdencia.gov.br/a-previdencia/previc/entidade-fechada-de-previdncia-complementar-efpc/
Lucro ou prejuízo? As fundações de Previdência
Uma preocupação constante do trabalhador ou aposentado que
contribui para algum plano de saúde, seguro corporativo, previdência e fundos
de ações e assemelhados é tentar saber se está bem protegido ou não.
Sindicatos, associações de empresários, empregadores e
funcionários são uma tentação irresistível para estelionatários, políticos
desonestos, desempregados ilustres e até de associações sem grandes
preocupações, deixando de pagar seus compromissos em relação aos segurados.
O Brasil é gigantesco.
Para surpresa dos nossos patriotas o Congresso Nacional, MPF
etc. prenderam dezenas de pessoas na augusta semana da Pátria de 2016 [ (Megale e
Valente 2016) ,
(Operação Greenfield: entenda o escândalo nos fundos
de pensão 2016) ,
(Procuradoria da República no Distrito Federal 2016) ].
E o resto?
Devemos e podemos questionar até judicialmente quando e
quantas auditorias foram feitas na instituição que mantém nosso plano de
aposentadoria (seja qual for).
Ela tem adquirido ações confiáveis?
Terrenos, prédios etc. com expectativa de valorização?
Estão fazendo projetos sensíveis à crise atual?
E os planos de saúde, retomaram convênios antes rompidos? Por
quê?
As perguntas que devemos fazer constantemente são inúmeras. Não
queremos explicações após os desastres. Chega de situações como vimos acontecer
com a Varig, montepios etc.
Nosso povo precisa saber e aprender a vigiar e cobrar
resultados.
Alerta total após o que vimos nesses últimos anos em todos os
níveis de governo.
João Carlos Cascaes
Curitiba, 7 de setembro de 2016
Megale,
Bela, e Rubens Valente. Representantes de fundos de pensão comemoram
operação Greenfield. 6 de 9 de 2016.
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/09/1810734-representantes-de-fundos-de-pensao-comemoram-operacao-greenfield.shtml.
Operação Greenfield: entenda o escândalo nos fundos de pensão. 6 de 9 de 2016.
http://www.cartacapital.com.br/politica/operacao-greenfield-entenda-o-escandalo-nos-fundos-de-pensao.
Procuradoria da República no Distrito Federal. Operação Greenfield:
investigadores começam a ouvir envolvidos. 9 de 2016.
http://combateacorrupcao.mpf.mp.br/.
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13:57
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Alerta Total: Pensão sem Fundos
Alerta Total: Pensão sem Fundos: Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net Por Carlos Henrique Abrão e Laercio Laurelli A operação Greenfliel deflgarda pela ju...
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07:32
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segunda-feira, 5 de setembro de 2016
RESULTADO POSITIVO - Dep. Federal Sérgio Souza
RESULTADO POSITIVO.
O trabalho que desenvolvemos como relator da CPI dos Fundos de Pensão trouxe resultados para a sociedade brasileira. Confira a reportagem de hoje da Folha de São Paulo.
O trabalho que desenvolvemos como relator da CPI dos Fundos de Pensão trouxe resultados para a sociedade brasileira. Confira a reportagem de hoje da Folha de São Paulo.
Operação da PF mira 4 maiores fundos de pensão do Brasil e bloqueia R$ 8 bi
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta segunda (5) a Operação Greenfield, que investiga supostos desvios nos quatro maiores fundos de pensão do Brasil.
Os alvos são Funcef (funcionários da Caixa Federal), Petros (trabalhadores da Petrobras), Previ (funcionários do Banco do Brasil) e Postalis (funcionários dos Correios), além da sede da Eldorado Brasil –empresa do grupo J&F– em São Paulo.
Os irmão Joesley e Wesley Batista, donos da J&F, holding que é proprietária de uma das maiores empresas de processamento de proteína animal da mundo, a JBS, foram alvos de busca e apreensão e condução coercitiva. Até o momento a assessoria de imprensa da empresa não se manifestou.
Segundo a investigação, a ação é baseada em análise de déficits bilionários dos fundos de pensão. Ainda de acordo com a PF, em 8 de 10 casos analisados foram realizados investimentos de forma temerária ou fraudulenta pelos fundos de pensão, por meio dos FIPs (Fundos de Investimentos em Participações).
"Durante as investigações, alguns núcleos criminosos restaram configurados: o núcleo empresarial, o núcleo dirigente de fundos de pensão, o núcleo de empresas avaliadoras de ativos e o núcleo de gestores e administradores dos FIPs", informou ao PF.
A Justiça bloqueou bens e ativos de pessoas físicas e jurídicas investigadas no valor de aproximadamente R$ 8 bilhões. Os investigados podem responder por gestão temerária ou fraudulenta, além de outros crimes contra o sistema financeiro.
O nome da operação, Greenfield, remete a investimentos que envolvem projetos incipientes, ainda no papel, como se diz no jargão dos negócios.
A Eldorado disse, por meio de assessoria de imprensa, que não se manifestaria até ter as informações sobre a operação. A reportagem ainda não conseguiu contato com as outras investigadas.
MANDADOS
Ao todo, foram emitidos 127 mandados judiciais pela 10ª Vara Federal de Brasília, sendo 7 de prisão temporária, 106 de busca e apreensão e 34 de condução coercitiva. A operação ocorre nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Amazonas, além do Distrito Federal.
Os alvos são Funcef (funcionários da Caixa Federal), Petros (trabalhadores da Petrobras), Previ (funcionários do Banco do Brasil) e Postalis (funcionários dos Correios), além da sede da Eldorado Brasil –empresa do grupo J&F– em São Paulo.
Os irmão Joesley e Wesley Batista, donos da J&F, holding que é proprietária de uma das maiores empresas de processamento de proteína animal da mundo, a JBS, foram alvos de busca e apreensão e condução coercitiva. Até o momento a assessoria de imprensa da empresa não se manifestou.
Segundo a investigação, a ação é baseada em análise de déficits bilionários dos fundos de pensão. Ainda de acordo com a PF, em 8 de 10 casos analisados foram realizados investimentos de forma temerária ou fraudulenta pelos fundos de pensão, por meio dos FIPs (Fundos de Investimentos em Participações).
"Durante as investigações, alguns núcleos criminosos restaram configurados: o núcleo empresarial, o núcleo dirigente de fundos de pensão, o núcleo de empresas avaliadoras de ativos e o núcleo de gestores e administradores dos FIPs", informou ao PF.
A Justiça bloqueou bens e ativos de pessoas físicas e jurídicas investigadas no valor de aproximadamente R$ 8 bilhões. Os investigados podem responder por gestão temerária ou fraudulenta, além de outros crimes contra o sistema financeiro.
O nome da operação, Greenfield, remete a investimentos que envolvem projetos incipientes, ainda no papel, como se diz no jargão dos negócios.
A Eldorado disse, por meio de assessoria de imprensa, que não se manifestaria até ter as informações sobre a operação. A reportagem ainda não conseguiu contato com as outras investigadas.
MANDADOS
Ao todo, foram emitidos 127 mandados judiciais pela 10ª Vara Federal de Brasília, sendo 7 de prisão temporária, 106 de busca e apreensão e 34 de condução coercitiva. A operação ocorre nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Amazonas, além do Distrito Federal.
Créditos foto - Danilo Verpa - 05.set.2016/Folhapress
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15:51
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