segunda-feira, 15 de julho de 2013

Atualização do seguro - reajuste anual

Reajuste anual de valores de seguro

A importância de indicar previamente um beneficiário

6.1 - Ocorrendo a morte do participante por qualquer causa, o pagamento do respectivo capital será concedido ao(s) beneficiário(s) por ele previamente designado(s), em conformidade com a Cláusula III - "Beneficiários", deste Regulamento.

Aguardando oportunidade de debate sobre a situação da Fundação Copel

Caro amigo Tiemech

Nem eu nem o amigo Paulo teríamos condições de responder objetivamente.
O DAS assumiu recentemente e eu estava completamente “desligado” além de não dominar questões econômicas.
Espero poder voltar à FC com vocês para, em processo semelhante (filmagem e democratização de informações registrar esclarecimentos), estabelecer um diálogo até permanente.
Infelizmente nosso histórico (FC) recomenda isso.
Creio que devemos convocar nossos representantes no Conselho, afinal foram eleitos por nós, para esclarecimentos detalhados.
Essa reunião, como disse, deve ser regular, frequente, pois nenhum relatório substitui debates “olho no olho”.
Também quero, filmando e colocando em blog para que todos possam sentir a FC atuando com extrema transparência, como é sua obrigação, enriquecer nossos companheiros na ativa e os já dependentes da FC que não podem nos acompanhar..
Estou blogando este comentário, pois outros aposentados de outras fundações devem estar com problemas semelhantes (ou não).
Aguardo chamada da diretoria da FC e dos conselheiros (estarei fora de Curitiba de 17 a 23 de julho) para, com vocês, ter os esclarecimentos necessários e suficientes nesse momento.

Um grande abraço

Cascaes
Sempre alerta, democracia direta.
Curitiba, 15 de julho de 2013

De: 
Em nome de TITI CAHETI
Enviada em: domingo, 14 de julho de 2013 16:12
Para:
Assunto: RE: ENC: [Copeliano] Fundação Copel, é verdade?


Prezado Cascaes

Parabéns pela iniciativa, assisti ao vídeo que você fez com o novo diretor da Fundação Copel, nosso colega Paulo Cesar, entretanto, esperava que o vídeo fosse elucidar algumas questões levantadas,  mas assim como o Dr. Rubens para mim não consegui identificar respostas ou esclarecer as dúvidas levantadas.
Necessitamos efetivamente de respostas aos questionamentos que estão sendo feitos (pelo Dr. Rubens, pelo Aldino e sobre a contratação de comissionados da prefeitura, demissão de funcionários antigos, aumento excessivo no quadro de empregados da F.C.), para que a coisa não tome uma proporção que saia do controle, e espero sinceramente que a nossa Fundação tenha respostas a estes questionamentos.
Mais uma vez parabéns pela iniciativa e espero que os dirigentes da nossa F.C. se pronunciem.
Abraços
Tiemechi  

domingo, 14 de julho de 2013

Filmes imperdíveis - Bolsa de Valores e Fundações

http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/2011/12/blog-post.html

http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/2012/01/trabalho-interno.html

Questões importantes


Rubens Ghilardi 
10:15 (2 horas atrás)
para o-copeliano
Cascaes
 Você pediu informações no Copeliano sobre contratação de ex-comissionados da Prefeitura e demissão de empregados de carreira da Fundação. Com a tua entrevista com o novo diretor conseguiu esclarecer? Caso positivo por favor informe, se não perguntou deixou no ar uma duvida muito séria, porque não perguntou. O que o Aldino escreveu é preocupante pois, entre outras, consta o sumiço de 200milhões do Plano Saúde, isto é muito grave, o Plano de Saúde quem paga e a Copel e os Participantes, a Fundação somente "administra", cobrando uma taxa de administração, se cometer irregularidades deve ser denunciada na PREVIC e na Superintendência que cuida dos Planos de Saúde. Também pergunto, onde esta os Sindicatos, a AAPCs etc. inclusive temos representantes dos aposentados nos Conselhos da Fundação que estão sujeitos a receberem as penalidades legais se não atuarem corretamente. Lembro que um dos Conselheiros fez uma denuncia muito séria quando da indicação dos Diretores em 2011, não vi resposta e pergunto se as denuncias foram encaminhadas aos órgãos que fiscalizam as Fundações. Outro questionamento do Beal é sobre os relatórios que a Fundação tem obrigação legal de fornecer, onde estão ?
Como você tem esta pagina espero que os dirigentes da Fundação responda estas questões e outras já levantadas e os nossos representanes nos Conselhos tomem providencias para nos esclarecer do todas as questões levantadas.
Rubens

Seguro de Vida


De: João Carlos Cascaes
Enviada em: domingo, 14 de julho de 2013 10:10
Para: Paulo Cezar da Silva Machado
Cc:
Assunto: Beneficiário(s) de seguro(s) Bradesco + FC

Prezado Dr. Paulo

Recebi aviso de seguro Bradesco e para minha surpresa não existe indicação de beneficiário, que fiz há alguns anos.
Essa é uma situação transitória, pois farei esse registro mais uma vez.
Minha esposa, Tânia Rosa Ferreira Cascaes é a única beneficiária, para efeito de antecipação dos documentos solicitados.
Creio que esse é um alerta para os companheiros segurados, pois a situação que descobrimos pode estar generalizada.
Um grande abraço

Cascaes

14.7.2013


sábado, 13 de julho de 2013

Iniciando entrevista com o diretor da área Administrativa e Seguridade da Fundação Copel

Desafio financeiro





...aplicações financeiras, temos uma Política de Investimentos pautada pela Resolução 3792 do CMN,  aprovada pelo COD e submetida à Previc, válida por 5 anos, no caso, de 2013 a 2017, podendo ser revista anualmente e essa é seguida à risca. Vejamos os principais pontos:

Crédito para Instituições Financeiras com Patrimônio Líquido acima de 1,3 bilhão e rating mínimo A-
Alocações em Instituição Financeira no máximo a 10% do seu PL
Investimentos Estruturados por emissor até 3%.
Concentração por emissor no máximo de 25%.
Aplicações em Instituições Financeiras com PL menor, só poderão ser efetuadas em Depósito com Garantia Especial (DPGE) quando for pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC),


Para reforçar a política de investimentos, a FC tem um Departamento de Gestão de Investimentos com profissionais muito bem qualificados, que precede os estudos de investimentos e um  Compliance, que acompanha e verifica eventuais inconsistências das aplicações à priori.

Diretoria Administrativa e Seguridade da Fundação Copel

A evolução tecnológica da FC e oportunidades de transparência e educação

Final de entrevista com o eng. Paulo Cezar da Silva Machado,

sexta-feira, 5 de julho de 2013

sábado, 4 de maio de 2013

Informações sobre fundo de previdência


Assunto: Informações sobre fundo de previdência


Prezado Dr. Carlos Eduardo Felsky
M.D. Conselheiro do Conselho Deliberativo
Fundação Copel de Previdência e Assistência Social

Nobre Conselheiro.

Na qualidade de participante da Fundação Copel e nos termos do Art. 24 - Parágrafo único da Lei Complementar 109/2001, venho por meio desta respeitosamente solicitar que V.Sa. envide seus melhores esforços para garantir que as informações abaixo relacionadas sejam novamente disponibilizadas para consulta na área restrita de cada participante na página da Fundação Copel, na rede mundial de computadores, com a maior brevidade possível:

·        dados cadastrais do participante e dos seus dependentes inscritos;
·        dados dos planos e produtos contratados com a Fundação Copel;
·        extrato dos pagamentos e contribuições efetuadas, tanto do participante como da patrocinadora nas contas individuais do participante;
·        extrato dos rendimentos das contas individuais do participante;
·        simulador de rendimentos de aposentadoria, segregados por cada plano contratado;
 
Certo que o fornecimento das informações acima permitirá melhor participação e transparência na gestão do fundo previdenciário da Fundação Copel, além de estar alinhado com o item 103 - Orientações com foco na transparência da prestação de informações do Guia Previc - Melhores Práticas em Fundos de Pensão, desde já agradeço a prestimosa atenção dispensada.

Atenciosamente,

__________________________________
Luis Eduardo Knesebeck
Reg. 15574/00-2
luis_eduardo_knesebeck@yahoo.com.br

terça-feira, 5 de junho de 2012

Revendo estratégias


Não é preciso ser especialista para desconfiar que as mudanças na dinâmica da Economia são gigantescas. Investidores e poupadores precisam rever seus planos e consultar cartomantes, astrólogas, adivinhos etc. para imaginar o resultado de seus projetos.
Felizmente vivemos no Brasil que, por deficiências em geral, oferece inúmeras oportunidades de investimentos, principalmente se o Governo em todos os níveis licitar concessões e permissões disponíveis, e são muitas.
Com urgência nossos políticos precisam regulamentar procedimentos de PPPs e imaginar soluções para o transporte de cargas e seres humanos, portos, aeroportos, pontes etc.. o fundamental é a viabilização de obras e serviços que possam ser explorados com lucros decentes e relações honestas entre as fundações e os governos.
As mudanças de cenários estão acontecendo de forma dramática, mas, como é típico de muitos seres humanos, sem atenção para a profundidade do mar (e do mau tempo) em que a economia mundial mergulha. Salvo alguma solução miraculosa, estamos em tempos de mudanças que deveriam ser gradativas, bem pensadas, mas que, nesse momento, exigem agilidade de grandes mestres para não morrermos todos (pelo menos no Brasil) afogados nesse oceano de venalidades e incompetências graças à permissividade neoliberal que se estabeleceu nas nações ocidentais.
O neoliberalismo associado à corrupção viabilizou “esquemas” surpreendentes, as cachoeiras que o digam.
O pesadelo é geral e começamos a ver, finalmente, artigos sobre os fundos de aposentadoria (BRODBECK, 2012), ótimo, seria terrível sentir mais uma vez na pele os efeitos dos planos miraculosos da década de sessenta, que praticamente mataram milhões de aposentados nas décadas de setenta e oitenta do século passado. Em família sofremos os efeitos disso tudo e pessoalmente até a oportunidade de ouvir de um diretor de um desses planos as facilidades que tinham de enganar o povo, em viagem de Curitiba a Porto Alegre, graças aos efeitos dos whiskies que aquele cidadão bebera antes e durante a viagem.
O Governo Federal falou em mudanças nos critérios de aposentadoria dos funcionários públicos, ótimo. O Senado avançou (Senado aprova fundo de aposentadoria , 2012).  É um pesadelo que minimiza as aposentadorias de quem está do lado de fora, se não for corrigido. O estranho é o silêncio dos sindicatos, existem para quê? Com certeza a crise dos escândalos atrapalhou e distrai o povo. Para quem depende de complementação de aposentadoria, é bom lembrar que a saúde da previdência federal reduz a necessidade de adicionais futuros.
De qualquer forma temos uma Presidente preparada e corajosa com um plano em execução, isso nos conforta [ (Neto), (Romero, 2012)]. Não podemos viver com parâmetros pré-crise, quando tudo era festa, futebol e carnaval.
Uma marca estranha foi a longa noite dos juros absurdos que todos pagamos. Algum dia teremos uma explicação honesta sobre o que aconteceu. Carecemos de perspectiva histórica e isenção de ânimos para fazer afirmações, além de conhecimentos profundos sobre as relações de poder no Planalto e Economia propriamente dito, alguém tem? Os palavrões ficam guardados até grandes especialistas confirmarem nossas suspeitas ou, ao contrário, demonstrarem os acertos do Banco Central nessas últimas décadas.
Durante muito tempo pagamos juros absurdos, viabilizando às fundações qualquer coisa (receitas obtidas de empréstimos) ou simplesmente gastando sem muita lógica o dinheiro arrecadado entre estatais e fundos de pensão. Chegamos a construir portos caros e ineficazes, por exemplo (pelo menos um), e shoppings ajustados na marra. A cornucópia parecia não ter limites e consultorias assinavam embaixo sem entrar no mérito real dos investimentos, que eram poucos, pois o principal era guardado em lugares seguros, como, por exemplo, títulos da dívida pública.
Maravilhosamente ganhamos um comando esclarecido.
Do artigo (Uma atitude de muita coragem) escrito pelo atual presidente da ABIMAQ transcrevemos: “Merece o nosso reconhecimento e total apoio a coragem demonstrada pela Presidenta, pois as altas taxas de juros praticadas no país tem sido o principal entrave ao investimento e penaliza, sobremaneira, o setor produtivo e a sociedade em geral, pois os recursos que deveriam ser destinados à educação, saúde, saneamento e setor produtivo vão para os “cofres” do sistema financeiro.

Nunca é demais lembrar que os juros pagos pelo governo para rolagem da dívida pública somados aos juros pagos pela sociedade e empresas  (financiamentos, cartão de crédito, capital de giro, cheque especial, etc..) superam os 580 bilhões de reais por ano, uma transferência brutal de renda para um único setor da economia
.”
O dinheiro gasto em contas estranhas fez falta. Descobrimos agora, principalmente, que falta tudo para um crescimento sadio. O “custo Brasil” é um absurdo e os juros parte significativa do problema. Com raras exceções (energia, por exemplo) deixamos de investir em projetos de infraestrutura estratégicos ao nosso desenvolvimento [ (Cascaes, Ponderações Engenheirais) (Cascaes, Engenharia - Economia - Educação e Brasil)]. O Brasil (A luta contra os juros altos, 2012) precisa crescer de forma sadia.
As fundações se tiverem capacidade de investimentos (devem ter) têm como contribuir muito.
Algumas armadilhas persistem para as fundações e aposentados.
Agora voltam à cena os PDVs (Planos de Demissão Voluntária), qual a intenção desses planos? Resolver contabilidades das empresas, distribuir lucros e jogar fora funcionários antigos na ilusão de aposentadorias tranquilas, onerando as fundações? Quem garante? Não é momento para isso, quem optar pela aposentadoria estará se arriscando muito.
Os defensores irrestritos da privatização devem estar incomodados. A ironia é que empresas privadas serão beneficiadas pelas iniciativas do Banco do Brasil e da Caixa Econômica. Felizmente o Governo Federal decidiu agir contra a estratégia absurda dos juros bancários, usando dois bancos estatais. De “moto próprio” isso nunca aconteceria. Isso muda tudo, inclusive cálculos atuariais e riscos futuros. Como será aplicado o dinheiro dos fundos, se é que terão recursos para isso? Onde? Em que projetos?
Com certeza todos querem chegar à terceira idade e poder dizer que estarão na melhor fase de suas vidas, para isso é fundamental uma boa aposentadoria e planos de saúde, assunto que na Europa mereceu discussões ferrenhas já na década trinta, antes da Segunda Guerra Mundial, pelo menos na França. Aqui a escravidão e divisão estratificada da sociedade em classes, onde a aristocracia fazia riquezas de qualquer jeito, o povo era mantido disperso no imenso espaço brasileiro ignorando o que seria aposentadoria. Simplesmente não existia. Atrasaram a percepção da importância de planos para o descanso, saúde e lazer após décadas de trabalho. Se sobrevivessem a tudo o que estavam sujeitos a ter (endemias, doenças episódicas, acidentes, alimentação inadequada e insuficiente, violência etc.) eram encostados em seus casebres, sobrevivendo da caridade de filhos e amigos.
Não temos mais a desculpa da ignorância. Podemos, isso sim, alegar preguiça mental, alienação e falta de tempo, atenção a prioridades diferentes etc., mas se vivermos o suficiente chegaremos aos tempos em que nos qualificaremos como idosos, e daí Josés e Marias?
Quem já aproveitou bem seus tempos de aposentadoria tem o consolo de ter recebido muito com os planos previdenciários e de saúde ou a segurança do serviço público. E a realidade que aparece em novas relações econômicas?
Os mais novos precisam estar atentos e aprenderem o que tudo isso significa. O tempo passa e, se tiverem sorte, chegarão aos tempos de aproveitar as aposentadorias que conquistarem após opções que fizerem agora, ou seja, décadas antes do momento da "idade feliz”.

Cascaes
5.6.2012
Arruda, I. (14 de 5 de 2012). A luta contra os juros altos. Fonte: Jornal de Hoje: http://www.opovo.com.br/app/opovo/opiniao/2012/05/14/noticiasjornalopiniao,2838759/a-luta-contra-os-juros-altos.shtml
BRODBECK, P. (5 de 6 de 2012). A ameaça dos juros em queda. Fonte: Gazeta do Povo: http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=1262158&tit=A-ameaca-dos-juros-em-queda
Cascaes, J. C. (s.d.). Fonte: Ponderações Engenheirais: http://pensando-na-engenharia.blogspot.com/
Cascaes, J. C. (s.d.). Fonte: Engenharia - Economia - Educação e Brasil: http://economia-engenharia-e-brasil.blogspot.com.br/
Neto, L. A. (s.d.). Uma atitude de muita coragem. Fonte: ABIMAQ: http://www.abimaq.org.br/site.aspx/Detalhe-Palavra-do-Presidente-nova
Romero, C. (18 de 5 de 2012). A cruzada de Dilma. Fonte: Clipping, Seleção de notícias: https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/5/18/a-cruzada-de-dilma