Com democracia e liberdade de comunicação responsável queremos usar este espaço para colocar orientações e discussões sobre as fundações de previdência de estatais e outras. A vigilância permanente é extremamente importante à nossa sobrevivência.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
em 19 de abril de 2013 - Diário do Noroeste - Cotidiano - Estadual - Fundação Copel tem nova diretoria executiva
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17:13
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Questões para discussão entre copelianos e especialistas
Coisas estranhas estão acontecendo na Fundação Copel
Pg. 114. Tribunal Regional do Trabalho - 9ª Região
TRT-9 de 19/03/2012
Tribunal
Regional do Trabalho da 9ª REGIÃO
Data da
Disponibilização: Segunda-feira, 19 de Março de 2012
Processo
Nº AIRR-1158800-42.2008.5.09.0006
Processo
Nº AIRR-11588/2008-006-09-00.1
AGRAVANTE(s)
Antonio Sérgio de Souza Guetter
AGRAVADO(s)
Companhia Paranaense de Energia -COPEL
AGRAVADO(s)
COPEL Distribuição S.A.
AGRAVADO(s)
COPEL Telecomunicações S.A.
Advogado(a)
Cristina Kakawa(OAB: PR23300)
AGRAVADO(s)
COPEL Geração e Transmissão S.A.
Advogado(a)
Cristina Kakawa(OAB: PR23300)
AGRAVADO(s)
Fundação Copel de Previdencia e Assistência Social
Advogado(a)
Irineu Jose Peters (OAB: PR5010)
O Sr. Antonio Sergio de Souza Guetter,
processa a Fundação Copel, sendo que na data este senhor era o Diretor
Administrativo da Fundação Copel e o advogado Irineu Jose Peters (defensor da
Fundação Copel) era contratado pela Fundação subordinado ao Diretor
Administrativo Sr. Antonio Sergio de Souza Guetter.
Pode? É legal?
É moral?
....................................
,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,
............................o Sr. Antônio Sergio de Souza Guetter foi nomeado Presidente
da Fundação Copel, cargo que ocupa no momento.
Na curta administração como
Diretor Administrativo e Presidente este Sr. já dispensou (sem justa causa)
mais profissionais da Fundação Copel do que todas as administrações anteriores
juntas nos 42 anos de existência da Fundação.
Por que será?
Analisemos alguns casos.
Num determinado departamento o
gerente de carreira (aquele que entra na Fundação nos postos mais baixos e,
pela sua competência e dedicação, vai subindo ate alcançar a gerência) foi
dispensado (sem justa causa) e no seu lugar foi contratado um profissional
(amigo dos amigos) com uma remuneração 700% a mais.
Agora está explicado.
Um dos itens que mais tem
crescido nesta administração é a contratação de “serviços terceirizados”,
serviços estes que não passam pelo crivo do conselho deliberativo.
Por que será?
Analisemos alguns casos.
No departamento de informática, o
Sr. em questão, contratou um profissional como gerente de departamento. Também
contratou a empresa 4RESULTS (“aquele serviço terceirizado”) para prestar
serviços ao departamento de informática.
Esta empresa tem vários
funcionários lotados nas dependências da FC, no dito departamento. É o gerente
deste departamento que distribui o trabalho, libera horas extraordinária,
adicional noturno, trabalho aos sábados, domingos e feriados (bastante
frequente) e, também, aprova a Nota Fiscal referente ao pagamento a estes
profissionais da empresa 4RESULTS.
Segundo dados da Junta Comercial
de Curitiba do ano de 2012, o Gerente de Informática da Fundação Copel é ao
mesmo tempo “sócio proprietário” da empresa 4RESULS.
Pode? É legal? É moral?
E o dinheirinho das nossas
aposentadorias como fica?
...... contas bancárias a nome da Fundação Copel ....i o dinheiro.
Enquanto isso:
As mensalidades do plano de saúde
cada vez aumentam mais.
Conforme pesquisas da própria
Fundação, nunca ouve tantas reclamações como agora.
A Fundação Copel sempre esteve
nos primeiros lugares na avaliação da ANS. Segundo pesquisas recentes da
própria ANS a Fundação Copel está despencando e as reclamações aumentando.
As multas da ANS aplicadas á
Fundação Copel por serviços não prestados e prazos não cumpridos já começaram a
pipocar
.....................
2.- A instauração de uma sindicância para
verificar a parte econômica financeira da Fundação Copel assim como as contratações,
dispensas e serviços terceirizados;
Salvemos a Fundação antes que seja tarde
Se você concordar:
Mande para os seus conhecidos
copelianos, aposentados e pensionistas.
A união faz a força.
Alguém faça alguma coisa
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16:28
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quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Se você é aposentado ou pensionista, julgue você,será verdade????
A ÚLTI MA - SE SEGUREM PARA NÃO CAIR DE COSTAS.
Isso é para vocês que gostam de futebol e também gostam do nosso
congresso e do nosso "governo".
RSRSRSRSRSRSRSRS.
RSRSRSRSRSRSRSRS.
Caros amigos.
Era muito jovem quando
ouvi falar pelos jornais (e fiquei indignado), que o Marechal De Gaule, à época
presidente da França, disse que "o Brasil não é um país sério", a
respeito do episódio conhecido como "guerra das lagostas".
Desde então, sou
obrigado a lembrar disso, governo após governo que De Gaule tem razão, e isso
dói.
VOCÊ PODE NÃO ESTAR APOSENTADO, MAS TEM ALGUÉM
DA FAMÍLIA QUE JÁ ESTÁ, ENTÃO LEIA E REPASSE, NÃO PRA 1 E SIM PRA MILHÕES!!!
APOSENTADOS, ADIVINHEM A
ÚLTIMA - SE SEGUREM PARA NÃO CAIR DE COSTAS.
A lei "GERAL DA COPA DO MUNDO", sancionada pela Presidente Dilma concede à 3 seleções e seus respectivos jogadores, um premio de R$ 100.000,00 + uma aposentadoria vitalicia pelo teto do INSS. Em caso de falecimento dos jogadores os sucessores serão os beneficiados !!!! Ouçam a reportagem...e encaminhe este e-mail, principalmente se vc tem contato no Norte e Nordeste deste Brasil, o qual aparentemente só pertence à alguns !!!
Faça rodar !!!!
A presidente Dilma fazendo caridade com o meu, o
seu, o nosso dinheiro da previdência.Essa mulher ja está abusando do direito de
sentar naquela cadeira... Por favor repassem, o Brasil todo precisa saber...
Se você é aposentado ou
pensionista, julgue você, clicando em:
(Se não acessar por clicar, copie e cole no campo de
endereços internéticos)
E PENSAR QUE OS APOSENTADOS QUE RECEBEM MAIS DE UM
SALÁRIO MINIMO,PELO QUAL CONTRIBUIRAM COM SEU TRABALHO, ESTÃO SENDO ROUBADOS
NOS SEUS DIREITOS.CADA ANO DIMINUE A SUA APOSENTADORIA.
Obs.: Neste contexto, não deixem
de ouvir a irônica canção de Juca Chaves, "Caixinha, obrigado". Vejam
este trecho:
"O rock'n'roll nesta terra é uma doença, e
o futebol é o ganha pão da imprensa; vença ou não vença, o Brasil é o maiorial,
e até da bola nós já temos general, que hoje é nome de estádio
municipal".
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06:33
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domingo, 25 de agosto de 2013
Folha Política: Brasil do desperdício: corrupção e incompetência j...
Folha Política: Brasil do desperdício: corrupção e incompetência j...: Manifestantes protestam contra a corrupção em São Paulo. Imagem: Eduardo Anizelli/Folhapress Corrupção, descaso, incompetência, buro...
A situação dos aposentados honestos é tremendamente prejudicada pela corrupção no Brasil.
Isso também diz respeito à Fundações e serviços públicos.
Os aposentados teriam mais liberdade que os jovens que foram às ruas em junho. Por quê se escondem?
A situação dos aposentados honestos é tremendamente prejudicada pela corrupção no Brasil.
Isso também diz respeito à Fundações e serviços públicos.
Os aposentados teriam mais liberdade que os jovens que foram às ruas em junho. Por quê se escondem?
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08:57
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Médicos sem Fronteiras
blogs da Angela Vaz7
deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Médicos
sem fronteiras, sem dinheiro, sem família,...":
João,meu grande pensador no qual estimo meu apreço,mais como funcionária pública sem nenhuma filiação partidária,mais apaixonada pela profissão aos 32 anos de serviço público,tomo a liberdade que a situação videnciada pelos gestores no Brasil ficou insuportável,tornaram reféns e a população mais ainda,temos que dar um basta,julgar se é eleitoreira ou não pode ser ninguém ponha mão no fogo,mais chega e passo uma reflexão:Do texto:Elite corporativista teme que mudança do foco no atendimento abale o nosso sistema mercantil de saú**de.* * * *A virulenta reação do Conselho Federal de Medicina contra a vinda de 6 mil médicos cubanos para trabalhar em áreas absolutamente carentes do país é muito mais do que uma atitude corporativista: expõe o pavor que uma certa elite da classe médica tem diante dos êxitos inevitáveis do modelo adotado na ilha, que prioriza a prevenção e a educação para a saúde, reduzindo não apenas os índices de enfermidades, mas sobretudo a necessidade de atendiment... mais
Postado por blogs da Angela Vaz7 no blog quixotando em 25 de agosto de 2013 08:07
João,meu grande pensador no qual estimo meu apreço,mais como funcionária pública sem nenhuma filiação partidária,mais apaixonada pela profissão aos 32 anos de serviço público,tomo a liberdade que a situação videnciada pelos gestores no Brasil ficou insuportável,tornaram reféns e a população mais ainda,temos que dar um basta,julgar se é eleitoreira ou não pode ser ninguém ponha mão no fogo,mais chega e passo uma reflexão:Do texto:Elite corporativista teme que mudança do foco no atendimento abale o nosso sistema mercantil de saú**de.* * * *A virulenta reação do Conselho Federal de Medicina contra a vinda de 6 mil médicos cubanos para trabalhar em áreas absolutamente carentes do país é muito mais do que uma atitude corporativista: expõe o pavor que uma certa elite da classe médica tem diante dos êxitos inevitáveis do modelo adotado na ilha, que prioriza a prevenção e a educação para a saúde, reduzindo não apenas os índices de enfermidades, mas sobretudo a necessidade de atendiment... mais
Postado por blogs da Angela Vaz7 no blog quixotando em 25 de agosto de 2013 08:07
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08:51
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O que se faz com os R$ 4 bilhões da dívida dos clubes que o governo quer perdoar
O que se faz com os R$ 4 bilhões da dívida dos clubes que o governo quer perdoar
Assim todos nós pagamos caro pelos planos de saúde, cada vez mais reféns de poucos hospitais.
Será que nossos aposentados e futuros aposentados percebem essa realidade? E o pessoal da "ativa", que trabalha e paga planos de saúde? Que SUS teremos?
Acordem brasileiros, chega de dormir em berço esplêndido!
Assim todos nós pagamos caro pelos planos de saúde, cada vez mais reféns de poucos hospitais.
Será que nossos aposentados e futuros aposentados percebem essa realidade? E o pessoal da "ativa", que trabalha e paga planos de saúde? Que SUS teremos?
Acordem brasileiros, chega de dormir em berço esplêndido!
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08:44
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Fundações e aposentadorias
Eterna vigilância – uma questão de sobrevivência
Quem passou essas décadas de esperanças e frustrações a
partir dos anos sessenta (ou antes) deve estar sentindo na carne o peso das
dúvidas e perdas de programas de saúde, aposentadorias, montepios, INSS e SUS,
impostos absurdos e incompetência flagrante de governantes em que imaginávamos
mais capacidade de governar; tudo isso obriga a todos nós o exercício de imensa
atenção e militância.
O que nisso tudo é intrigante é a demonstração monumental
das limitações do ser humano, é a ausência dos aposentados e futuros
beneficiários de planos privados e públicos de aposentadoria nos debates que os
sistemas de comunicação modernos permitem. Ninguém mais tem o direito de dizer
que não podia reagir.
Não vemos ações e reações proporcionais à gravidade das
denúncias e escândalos mais do que provados, por exemplo.
Parece que todos têm um tremendo medo de aborrecer os
poderosos de plantão. Ou babando nas mãos deles ganhar o suficiente para
compensar o que perdem...
As manifestações de junho deste ano, devidamente atenuadas
pela mídia comercial, sempre faturando sobre os dramas de nosso povo, foram
maravilhosas, mas tendem a deixar que tudo volte ao que tínhamos antes se não
forem valorizadas e sustentadas energicamente pelo povo brasileiro. Os jovens
deram uma tremenda lição a milhões de brasileiros que acreditam que fazer
declarações de amor à nossa bandeira seja ato de civismo suficiente e
necessário...
Surpreendentemente até “personalidades” políticas mais do
que sujas pelos escândalos monumentais em torno dos carteis atrevem-se a
anunciar candidatura a cargos eletivos. Note-se, também, que o SUS perdeu
qualidade nessas últimas décadas graças a decisões absurdas de nossos
governantes, pode?
E as fundações de previdência? Os aposentados dentro e fora
das fundações?
Continuamos com os redutores e as “facilidades” dos
empréstimos consignados?
Ainda somos os vagabundos que FHC qualificou como tal (FHC chama aposentados jovens de vagabundos) ? Ele esqueceu que a
aposentadoria é fruto de planos e contribuições assim como da vida profissional
exercida, nem sempre tão saudável quanto a de políticos bem apoiados por
imensos esquemas.
Lembranças e intrigas à parte, o que assusta realmente é o
silêncio de entidades que deveriam exercer vigilância sobre programas de
aposentadoria e a situação dos idosos. Inacreditavelmente não reagem, não
exercem seus direitos. Esquecem que todos, mais cedo ou tarde, sendo mutuários,
lamentarão a omissão presente.
É bom lembrar a aposentados e mutuários de programas de
aposentadoria que os escândalos existentes respingam em investimentos e no
mercado acionário, afetando a rentabilidade e custos pesados que muitos sentem
no bolso para o sonho da boa aposentadoria. A falência de algumas fundações assim
como o pesadelo daqueles que acreditaram nos montepios não foi suficiente [ (Montepio da
Família Militar) ,
(Caso
Capemi) ,
(Aposentados do Aerus passam a noite em vigília no
Congresso) ]?
Devemos cobrar máxima, absoluta transparência de quem
recolhe mensalidades para projetos de aposentadoria e saúde. Não pode existir,
nesses casos, qualquer tipo de condescendência.
Fundações mamutes fariam, por exemplo, um favor ao povo
brasileiro agindo com mais cuidado. Entidades dedicadas aos associados precisam
esquecer um pouco os chazinhos, cervejinhas e afaguinhos nos velhinhos e agir
com o toda a energia possível e até mais em cobranças de seriedade e honestidade.
Infelizmente aprendemos algo no Brasil, não podemos dormir
em berços esplêndidos, eles não existem.
Cascaes
25.8.2013
Caso Capemi.
(s.d.). Fonte: MuCo - Museu da Corrupção:
http://www.muco.com.br/index.php?option=com_content&id=393:caso-capemi&Itemid=53
FHC chama aposentados jovens de vagabundos. (s.d.). Fonte: JC Online:
http://www2.uol.com.br/JC/_1998/1205/br1205n.htm
Montepio da Família Militar. (s.d.). Fonte: Wikipédia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Montepio_da_Fam%C3%ADlia_Militar
Senado, A. (s.d.). Aposentados do Aerus passam a
noite em vigília no Congresso. Fonte: oreporter.com:
http://www.oreporter.com/Aposentados-do-Aerus-passam-a-noite-em-vigilia-no-Congresso,10581898970.htm
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07:34
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Análise de aplicações e investimentos - FC
Prezados amigos
Creio que na próxima reunião deveríamos convidar os
ex-presidentes da FC para explicar os investimentos feitos e a situação atual
do dinheiro gasto na USIMAR, Banco Santos, Pontal do Félix, Shoppings etc.
Abraços
Cascaes
24.8.2013
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06:27
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O Plano Assistencial (da Copel) e o Prosaúde Master, Geral e Standart (da própria Fundação Copel).
Assunto: Custeio reunião AAPC- dia 23/08
... em 1998 ou 99 , estva
sendo discutido a nova do plano de saúde da Fundação. Na época, a Fundação
havia colocado que o custeio do parte do plano correspondente aos aposentados
seria dividido entre patrocinadora e aposentado e proporção que seria discutida
anualmente entre ambos. ... com o tempo, as
participação da patrocinadora nesse custeio poderia extinguir-se. Em uma
reunião , com diretoria da Fundação, AAPC e Diretoria da Copel, o Ferdinando,
que respondia pela presidência da empresa, ...
razão e bateu o martelo em 50% para cada um. Recebi, há poucos minutos, uma
informação de que, na nova redação do contrato ( que normalmente é aprovado
pelo governo do estado ) é previsto que o participante arcará com todo o
custeio. Sinceramente , eu não a\credito, porém, na reunião de hoje, você pode
explorar o assunto.
Assunto casa da AAPC, que li em algum lugar: não entendi se
você refere-se à sede anterior anterior da AAPC, na rua Tapajós, ou à atual que
foi adquirida pela diretoria do Annes.
...
Até Set 2001 a Fundação Copel operava dois sistemas de saúde. O Plano Assistencial (da Copel) e o Prosaúde Master, Geral e Standart (da própria Fundação Copel).
O plano assistencial é quem estabelecia coparticipação da Copel na mensalidade para os Aposentados (50%). Os ativos não tinham essa coparticipação. Bastava ser empregado para ter direito aos benefícios.
Com o advento da Lei que regulamentava os planos de saúde (Lei 9656/98) o nosso sistema foi reformado e passou a vigorar a partir de Out/2001.
Quando essa reforma foi processada (out/2001) e a fim de que fosse assegurado os direitos dos aposentados, fizemos constar no "Regulamento do Prosaúde Adaptado a Lei 9656/98", que a Patrocinadora arcaria com o subsídio das mensalidades dos aposentados num percentual máximo de 50%.
Paralelamente, esses percentuais também constaram do Convênio Assistencial entre a Copel e Fundação (para atender questões contratuais). Porém, esse convênio tem vigência de 5 (cinco)anos e no encerramento os termos desse convênio podem mudar, correndo-se o risco do subsídio da Patrocinadora deixar de existir ou as condições mudarem (se não me falha a memória estamos no 3º ou 4º ano desse convênio).
Na saúde, a relação dos beneficiários entre a FC e os próprios beneficiários é o Regulamento do Prosaúde e para que esse regulamento seja mudado existe toda uma metodologia que exige participação do Conselho, de autorização da ANS, etc. Só que alterações devem preservar direitos e não tira-los.
Recentemente em questionamento ... a FC (que ainda está sedo respondido por eles para a ANS), o texto do Regulamento do Prosaúde onde constava essa garantia foi alterado e a garantia retirada. Assim a segurança jurídica que tínhamos no regulamento do Prosaúde (que é muito mais difícil de ser alterado) deixou de existir.
O risco reside no fato da Patrocinadora querer retirar ou alterar do Convênio Assistencial esses subsídios, uma vez que o Convênio Assistencial é Instrumento de circulação e conhecimento apenas das Patrocinadoras e da Fundação Copel. Além disso esse convênio tem que ser levado a apreciação do Governo do Estado e sempre que tivemos que fazer isso no passado, tivemos dificuldades em manter os benefícios aos aposentados, face os questionamentos do governo do estado.
Pelo regulamento tínhamos a segurança. Pelo convênio assistencial ficamos a mercê do que as diretorias de ambas instituições quiserem fazer, sem contar o que o governo pode não querer que se faça.
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06:22
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sábado, 24 de agosto de 2013
Notícia errada no portal da AAPC - vide vídeo reunião AAPC FC
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04:39
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FC - Relatório de Informações 2012
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04:27
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Reunião na AAPC em 23 de agosto de 2013
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03:50
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quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Metfife
E o processo Metlife?
O resultado é isso?
Qual é o próximo passo?
O resultado é isso?
Qual é o próximo passo?
| Qua, 05 de Dezembro de 2012 16:05 |
REFERENTE AO PROCESSO METLIFE A DIRETORIA DA AAPC INFORMA:
Dia 05 de dezembro de 2012, conseguimos fechar um primeiro acordo com a Metlife para devolução dos valores cobrados a mais pela seguradora, que vai envidar esforços, para ser depositado e devidamente corrigido o mais rápido possível.
Ficam ainda os sinistros que foram depositados a menos e a multa.
Para os sinistros pagos solicitamos aos que se sentirem lesados que
procurem a AAPC.
João Stein
Presidente da AAPC.
|
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19:27
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Detalhes
Entre “alguns”
documentos publicados pela Fundação, falta uma série de informações
obrigatórias que a Fundação está deixando de cumprir.
1) - Demonstração Atuarial 2012:
Tanto no Plano I e
II(pag.20)como no Plano III (pag.25) o atuário informa que a Fundação não vem
cumprindo e, prevendo um eminente
esgotamento dos Fundos administrativos, pelo não cumprimento das
determinações dos ofícios 059 e 112/ERRS/PREVIC, respondidospela Fundação,
devido ao comportamento crescente das despesas administrativas, não atendendo
ao acordado com da Fiscalização.
PERGUNTAS (sic):
1) Qual o motivo para esgotamento dos
Fundos Administrativos alertado pelo Atuário, inclusive, o porque do não
cumprimento do acordado com a Fiscalização da Previc
:
·
Informar valores com despesas
administrativas de 2009 a 2012, por plano e por tipo de despesa, inclusive do
Plano Saúde.
·
Relatório das AGOs da Participação da
Fundação na Ponta do Felix
·
PERGUNTA: Em 30.04.2012 o Sr. Hélio Pizzatto
foi eleito vice-presidente do conselho, suplente Silvio Matucheski, por dois
anos. Como o Sr. Pizzatto não é mais diretor da Fundação, quais foram as
providencias tomada. O Conselho é remunerado e a previsão para o ano e de R$
1.798 mil.
·
1) – RELATÓRIO DO PLANO DE SAUDE
Até agora não foi publicado o relatório de 2012. (não informado aos
participantes e nem consta no Site da Fundação). Somente hoje vi que foi
publicado, complemento às perguntas:
Em 2011 o acréscimo da contribuição dos participantes foi de 38,64% com uma
inflação de 5,9%. Os custos também cresceram mais do que 20%. Apesar de não
haver um crescimento no quadro da Copel, o número de empregados para atender
este plano aumentou de 106 em 2009 para
133 em 2011 e 2012 para 145, portanto, mais de 40%. Este deve ter sido um
dos motivos de acréscimo na mensalidade dos participantes. Em Dezembro de 2011 adquiriram um imóvel, no valor de R$ 650 mil, de
natureza residencial/comercial, com recursos do Plano, para propiciar
atendimento diferenciado aos seus participantes. Não encontrei nenhuma
comunicação aos participantes da localização deste imóvel e deste atendimento
diferenciado. As reservas do Fundo, em 30.12.2012, eram superiores a R$ 147
milhões, alimentando alguns bancos. Qual o valor obrigatório que a Fundação tem
que manter como reserva?, não o calculo do atuário e sim o determinado pelo
órgão que fiscaliza a Fundação. O
recurso deste fundo vem da contribuição dos participantes que devem ser
informados do uso fora das condições previstas no Plano. Porque demoraram para publicar o relatório de 2012? Deve existir algum
motivo, são obrigados a divulgar sujeito a penalidades por parte da
fiscalização.
Gente, como algumas pessoas estão me perguntando sobre as
razões da nossa quota do plano III apresentar variação negativa em 2013, anexo
mensagem enviada pela Fundação em resposta ao tema.
Realmente, o assunto deve ter o interesse de todos, visto que impacta diretamente no valor do benefício que iremos receber como aposentados.
Evidentemente que as decisões de investimento da Fundação Copel, devem levar em consideração os aspectos de longo prazo. Porém como essas decisões impactam também no médio e curto prazos, o/as participantes que estão em fase de se aposentar, não há como deixar de pensar também nesses efeitos.
Por isso se torna importante avaliar ações como segregação dos fundos em BENEFÍCIOS JÁ CONCEDIDOS (quem já está aposentado) e BENEFÍCIOS A CONCEDER (quem ainda está na ativa).
Avaliação de Criação de perfis de investimento (BENEFÍCIOS A CONCEDER), para que possamos ter políticas de investimento distintas entre aposentados e ativos e dentre os ativos quem está começando no plano e quem já está há mais tempo ou até na fase final de capitalização de suas reservas. ( o planejamento estratégico da FC, inclusive contempla essas avaliações)
Vejam pelo material que até Renda Fixa teve variação negativa, isso era impensável ou até é para a maioria dos nossos participantes. Por isso são necessárias medidas até para evitar essas situações.
Por isso, cada vez mais precisamos acompanhar os assuntos relativos à nossa Fundação, pode ser através dos representantes eleitos, de pesquisas no site, de contatos telefônicos ou mensagens de e-mail. Também nas oportunidades que temos, quando a FC visita as áreas, é fundamental, além de tirar as dúvidas das nossas situações pessoais, discutir e buscar informações sobre os temas comuns que afinal de contas, impactarão nossas necessidades individuais de previdência ou saúde.
Como sempre ficamos à disposição para dirimir quaisquer dúvidas
Uma ótima semana
Carlos Felsky
Conselheiro Deliberativo
OBS: O artigo 93 do nosso regulamento, trata da quota que nos referimos na mensagem
Art. 93 - Para cada participante, exceto assistido, será mantida uma conta garantidora de benefícios onde serão creditadas todas as contribuições efetuadas anteriormente ao início do benefício e em seu nome, convertidas pela quota do mês e registradas em rubricas separadas conforme a sua procedência.
§ 1º - O valor nominal da quota inicial será igual a 1 (uma) unidade monetária na data de implantação do Plano.
§ 2º - A apuração do valor da quota se dará mensalmente, com base na rentabilidade
efetivamente auferida pelos recursos garantidores dessas contas ao longo dos respectivos meses, líquida de todos os gastos necessários para obtenção dessa rentabilidade e para manutenção dessas contas.
Realmente, o assunto deve ter o interesse de todos, visto que impacta diretamente no valor do benefício que iremos receber como aposentados.
Evidentemente que as decisões de investimento da Fundação Copel, devem levar em consideração os aspectos de longo prazo. Porém como essas decisões impactam também no médio e curto prazos, o/as participantes que estão em fase de se aposentar, não há como deixar de pensar também nesses efeitos.
Por isso se torna importante avaliar ações como segregação dos fundos em BENEFÍCIOS JÁ CONCEDIDOS (quem já está aposentado) e BENEFÍCIOS A CONCEDER (quem ainda está na ativa).
Avaliação de Criação de perfis de investimento (BENEFÍCIOS A CONCEDER), para que possamos ter políticas de investimento distintas entre aposentados e ativos e dentre os ativos quem está começando no plano e quem já está há mais tempo ou até na fase final de capitalização de suas reservas. ( o planejamento estratégico da FC, inclusive contempla essas avaliações)
Vejam pelo material que até Renda Fixa teve variação negativa, isso era impensável ou até é para a maioria dos nossos participantes. Por isso são necessárias medidas até para evitar essas situações.
Por isso, cada vez mais precisamos acompanhar os assuntos relativos à nossa Fundação, pode ser através dos representantes eleitos, de pesquisas no site, de contatos telefônicos ou mensagens de e-mail. Também nas oportunidades que temos, quando a FC visita as áreas, é fundamental, além de tirar as dúvidas das nossas situações pessoais, discutir e buscar informações sobre os temas comuns que afinal de contas, impactarão nossas necessidades individuais de previdência ou saúde.
Como sempre ficamos à disposição para dirimir quaisquer dúvidas
Uma ótima semana
Carlos Felsky
Conselheiro Deliberativo
OBS: O artigo 93 do nosso regulamento, trata da quota que nos referimos na mensagem
Art. 93 - Para cada participante, exceto assistido, será mantida uma conta garantidora de benefícios onde serão creditadas todas as contribuições efetuadas anteriormente ao início do benefício e em seu nome, convertidas pela quota do mês e registradas em rubricas separadas conforme a sua procedência.
§ 1º - O valor nominal da quota inicial será igual a 1 (uma) unidade monetária na data de implantação do Plano.
§ 2º - A apuração do valor da quota se dará mensalmente, com base na rentabilidade
efetivamente auferida pelos recursos garantidores dessas contas ao longo dos respectivos meses, líquida de todos os gastos necessários para obtenção dessa rentabilidade e para manutenção dessas contas.
INFORMAÇÃO
DA FUNDAÇÃO SOBRE QUOTA NEGATIVA DO PLANO III:
41.3883 6000 | R. Treze de Maio, 616 | São
Francisco | 80510.030 | Curitiba | PR | www.fcopel.org.br
1
QUOTA
NEGATIVA DO PLANO III
Como é sabido, a Fundação Copel administra seus recursos dentro dos
limites impostos pela legislação e pelos parâmetros definidos pela Política de
Investimentos aprovada pelo Conselho Deliberativo da Fundação. Resumidamente,
estes normativos fixam os limites de alocação dos investimentos nos seguintes
segmentos:
|
Segmento
|
Limite Mínimo
|
Limite Máximo
|
Posição atual
|
|
Renda Fixa
|
56%
|
88%
|
77,5%
|
|
Renda Variável
|
10%
|
30%
|
18,7%
|
|
Empréstimos a
Participantes
|
2%
|
5%
|
3,0%
|
|
Imóveis
|
0%
|
2%
|
0,8%
|
|
Investimentos
Estruturados
|
0%
|
7%
|
0%
|
A composição dos investimentos e o desempenho
de cada segmento é o que determina a valorização da quota do Plano III.
Percebe-se pela tabela acima que pela sua relevância, os investimentos em renda
fixa e renda variável respondem por mais de 96% da carteira.
O quadro abaixo resume evolução destes dois segmentos de
alocação, nos primeiros cinco meses de 2013, em comparação com seus respectivos
índices de referência de mercado.
Jan
fev mar abr mai acum
|
Segmento de Renda Fixa
|
||||||
|
Plano III
|
0,83%
|
-0,39%
|
-0,94%
|
1,25%
|
-2,12%
|
-1,40%
|
|
Índice de referência
|
0,56%
|
-0,20%
|
-0,68%
|
1,10%
|
-1,99%
|
-1,22%
|
|
Segmento de Renda
Variável
|
||||||
|
Plano III
|
0,56%
|
-0,77%
|
-0,13%
|
1,07%
|
-0,77%
|
-0,06%
|
|
Índice de referência
|
-1,95%
|
-3,91%
|
-1,87%
|
-0,78%
|
-4,30%
|
-12,22%
|
|
Quota do Plano III
|
0,79%
|
-0,40%
|
-0,70%
|
1,21%
|
-1,75%
|
-0,88%
|
No quadro acima fica evidenciado o desempenho
da gestão da Fundação em comparação com os índices de mercado, onde se observa
que na renda fixa a rentabilidade da Fundação ficou muito próxima ao índice de
referência (20% do CDI + 80% do IMA-B).
Pode parecer estranho verificar que em três dos cinco
primeiros meses do ano a rentabilidade do segmento de renda fixa foi negativa.
A explicação para este fato está na forma de valorização dos títulos da
carteira. Por força da chamada “marcação a mercado”, os títulos devem refletir
o valor de mercado, isto é, o preço ao que são negociados no dia a dia, e este
preço é inversamente proporcional à taxa de juros, desta maneira, quando ocorre
uma elevação da taxa básica de juros, os títulos sofrem uma desvalorização. Nas
duas últimas reuniões do Comitê de Política Monetária – COPOM, houve decisão de
elevar a taxa SELIC a fim de conter a inflação.
Por seu
turno, no segmento de renda variável, a carteira da Fundação, ainda que com um
retorno negativo de 0,06% no acumulado do ano, superou largamente ao Índice
Bovespa que no período caiu mais de 12%. O resultado consolidado do Plano III
no acumulado do ano está em -0,88%, sendo reflexo da conjuntura econômica
desfavorável.
Mesmo com uma gestão reconhecidamente prudente, os
investimentos da Fundação também estão expostos aos humores do mercado, mas
esta postura conservadora faz com que este impacto seja bastante atenuado.
Momentos de instabilidade como o que atualmente assola o mercado já foram
vivenciados pela Fundação, mas passado o vendaval, sempre se retorna à
trajetória de boa rentabilidade, como demonstrado no gráfico a seguir:
Como
gestores da poupança previdenciária dos participantes, cuja característica é o
longo prazo de maturação dos investimentos, a Fundação pauta sua atuação na
prudência e, é justamente nos momentos de crise que se faz necessário maior
dose de cautela. Sabe-se que a perda de valor dos títulos, seja de renda fixa,
seja de renda variável, é passageira. Por isso, a Fundação mantém os títulos da
carteira por ter convicção que vendê-los neste momento significa realizar
prejuízo, o que futuramente terá um impacto nefasto na poupança previdenciária
dos participantes.
Curitiba,
25 de junho de 2013.
Departamento de Gestão de Investimentos
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às
13:55
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Reunião AAPC - questionamentos encaminhados
Prezados Senhores,
Convocamos os Senhores(as) membros da Comissão de Defesa da Fundação Copel para reunião de estudo sobre assuntos levantados pelos associados e comuns aos participantes da mesma.
· Atuação dos Conselheiros,representantes da AAPC
· Compromisso Previdenciário da Copel
· Atendimento aos participantes
· Rentabilidade dos Planos
· Outros assuntos convenientes.
Quando: Dia 23/08/2013
Horas: 17h00
Local: Dom Alberto Gonçalves Nº 422 ( Sede AAPC)
PERGUNTAS que merecem resposta:
1) Onde esta
localizado o imóvel comprado em 2011 com recursos do Fundo do Plano Saúde e
qual a utilidade deste imóvel. Por quem foi autorizada a compra deste imóvel e
porque não foi investimento dos Planos de Previdência, os quais tem
autorização para este tipo de aplicações ?
2) Qual o valor
obrigatório que a Fundação tem que manter como reserva determinado pelo órgão
que fiscaliza a Fundação?
3) Qual seria a
necessidade real do quadro de pessoal para atender este Plano, em 2 anos
cresceu mais de 40% e piorou o atendimento.
4) Os custos do quadro de
pessoal da fundação são bancados com recursos da patrocinadora e participantes,
há necessidade de um quadro de empregado com qualificação que onera
estes custos? A qualificação é justa e necessária? Podem explicar caso a caso?
Outras perguntas feitas nos e-mails trocados com
o Cascaes, como contratação de comissionados da prefeitura, demissão
de funcionários antigos, aumento excessivo no quadro de empregados da F.C. condenação
para que a FC pague cerca de 5 milhões
em uma ação envolvendo-nos com famoso porto Ponta do Felix/ANTONINA,
sumiço da grana do Plano
de Saúde -cerca de 200 milhões, não fornecimento de balancetes mensais, não divulgação de atas de reuniões por ai vai....
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13:47
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